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sábado, 16 de maio de 2020

Conhecida Revista Portuguesa «Nova Gente» dá a conhecer alguns Pormenores sobre Paulo Futre!



                                           Nova Gente dá a conhecer a Vida Profissional
                                           e Pessoal de Paulo Futre.

      Embora se possa ter perdido um Excelente Bate-Chapas, tal fato acabou por dar resultado pois Paulo Futre transformou-se com o tempo num dos Melhores Futebolistas das Décadas de 1990-2000. Aliás, Futre era tão Bom Jogador que o Lendário Líder Desportivo do
Futebol Clube do Porto acabou por mesmo por concretizar uma «loucura» ao tê-lo contratado para fazer parte do Plantel Portista e ainda há menos tempo atrás, concretizou o sonho de ser o «Sócio» perante o ponto de vista de todos os Portugueses.

       
Joana Oliveira: Ainda se lembra do nome completo do seu vizinho, que teve de decorar para entrar naquele primeiro torneio por não ter idade?
        Paulo Futre:
Rogério Paulo Viegas Alves.

       Joana Oliveira: Mantém contacto com ele?
       Paulo Futre:
Sim, é meu amigo de infância. É um ano mais velho e quando vou ao Montijo costumo estar com ele. É um amigo do coração, conheço-o praticamente desde que nasci. Ele vivia no número 14, a minha avó no 16 e eu no 18. Era um ano mais velho do que eu, mas para o futebol era horrível.

        Joana Oliveira: Quando olha para um jogador como Ronaldo- focado ,obcecado até com os treinos e em manter-se bem fisicamente- não pensa: «Caramba, se eu tivesse aquela cabeça era o melhor do Mundo de todos os tempos»?
        Paulo Futre:
Não posso dizer isso assim. Por exemplo, Eu fumava, mas era muito controlado: 12 cigarros à terça, dez à quarta, oito à quinta e seis à sexta. Mas cuidei-me sempre bem, descansava sempre muito. Tirando os primeiros tempos no Porto... abusava um bocadinho.

        Joana Oliveira: Portugal teve Eusébio, Figo, Ronaldo. Mas com a «menina» nos pés, algum deles era melhor do que o Futre?
       Paulo Futre:
A nível de talento puro de rua todos temos, ninguém pode comparar-se a ninguém. Eu e o Figo éramos dois extremos de grande talento, mas o Cristiano é um extraterrestre. Não consegui chegar lá.

       Joana Oliveira: É verdade que se perdeu um grande bate-chapas? 
       Paulo Futre: Dizem que sim.

       Joana Oliveira: Lembra-se de quanto foi o seu primeiro ordenado e o último?
       Paulo Futre:
Primeiro ordenado foi aos 15 anos: dez contos. O último foi, aproximadamente, um milhão de euros.

       Joana Oliveira: Pinto da Costa fez-lhe um contrato milionário que o tirou do Sporting. Conte a história mais incrível ou caricata que viveu com o Presidente do FC Porto. 
       Paulo Futre: A primeira vez que o vi, disse-me a emblemática frase que ficou gravada até hoje. «O FC Porto vai ser tu e mais dez». Pinto da Costa é uma pessoa com um sentido de humor maravilhoso, foi uma pessoa que me marcou. Já tinha a mãe dos meus filhos e, quando eu abusava, ele chamava-me lá acima e dizia-me: «Paulinho, não achas que estás a abusar?». E quando era chamado, já tinha levado umas broncas do mister Octávio Machado. Pinto da Costa aparecia em último caso, mas conseguia sempre colocar-me na linha e sem levantar o tom de voz.

       Joana Oliveira: E Gil  Y Gil, líder do Atlético de Madrid? 
       Paulo Futre: Oh pá... estava todos os dias em contacto com ele. Sobre isso, vou escrever o meu último livro. Cheguei ao clube tinha 21 anos com um plantel mais velho, com jogadores da Seleção Espanhola. No dia da apresentação, chamou-me à sala dele e disse-me: «Vais ser o capitão». Pensei que ele era maluco, que me queria matar. Era um miúdo, o único português e o balneário era de peso. Era impensável. Pedi-lhe dez vezes para não fazer isso. Ele era um grande presidente, mas tinha um defeito em comparação com o Pinto da Costa: a falta de paciência. Perdia-a com muita facilidade. Tive 14 treinadores em quatro anos. Queria ser sempre campeão, tinha um mau perder terrível. Se corria mal, chegava ao balneário e havia sempre confusão.

        Joana Oliveira: Sempre geriu bem o assédio feminino? Parece que no FC Porto recebia cartas com fotos fantásticas e depois encontrava-se com elas e não era bem assim...
       Paulo Futre:
Inventava sempre a mesma desculpa: dor de dentes. Em Espanha, aconteceu uma situação caricata: uma fã ia sempre aos treinos e todos os dias me levava uma prenda, obrigava-me a aceitar e escrevia-me cartas quase todos os dias. Até que começo a evitá-la e passou a ir a minha casa e a tocar à campainha. Isto durante meses. Aconselharam-me a ir fazer queixa porque já tinha conseguido o meu número de casa e ligava á minha procura. Até que tive a ideia de ligar para ela e ir tomar um café. Comecei a ser eu a ligar para ela até tirar aquela obsessão que tinha.

      Joana Oliveira: Temos a sensação de que esteve uns anos afastado do espaço mediático em Portugal e volta a aparecer com a conferência de Imprensa de Dias da Cunha à presidência do Sporting, onde falou de charters de chineses para Portugal. Na altura, foi alvo de muitas piadas, até da Imprensa e de comentadores. Agora não lhe apetece dar umas valentes chapadas nessa gente?
       Paulo Futre:
Aquelas eleições foram um trauma para mim e ainda hoje são. Depois, tive vários convites e recusei. Aquilo foi uma loucura, tive aqueles pseu-documentadores que tinham a obrigação de saber que aquilo não saiu de mim. Um jogador japonês tinha sido pelo Peruggia, em Itália, e rendeu milhões. Mais tarde, a Espanha adotou a mesma estratégia com o primeiro jogador japonês a ir para um clube espanhol e, só nesse jogo em que entrou na segunda parte, estavam 300 milhões a assistir. O mais engraçado de tudo isto é que, devido a essa situação, toda a geração mais jovem começou a chamar-me «sócio» e a reconhecer-me porque os pais lhes diziam quem eu fui. Vinham ter comigo e diziam-me: «Sócio, tu eras o Idolo dos meus pais e avós». 
       Joana Oliveira: O que fazem atualmente os seus filhos?      
      Paulo Futre: O meu filho Fábio é treinador das camadas jovens no Atlético de Madrid. O mais velho é um caso sério... digo sempre que o meu talento do pé esquerdo lhe foi para a cabeça. É um campeão, está entre os melhores alunos de sempre da Universidade de Artes. São os dois um grande orgulho. O mais velho é mais parecido comigo, já o Fábio é mais tímido.

       Joana Oliveira: E o Paulo é um bom marido?      
       Paulo Futre: Se me pudesse pontuar, dava-me um 8 depois de ser pai e um 5 antes de ser pai, numa escala de 0 a 10. Fui pai aos 23 anos, nunca fui casado, mas, como companheiro, classificava-me assim. O 5 não é pela relação em casa, mas, sim, fora de casa. Fazia muita coisa às escondidas. Aos 20 anos, a cabeça algumas não teve juízo, mas depois de ser pai deixei de fazer essas coisas...

        Joana Oliveira: Em Agosto do ano passado, perdeu o seu pai. Sempre tiveram uma relação muito forte. Foi a maior derrota da sua vida?      
        Paulo Futre: Sempre, sempre. Mais, recentemente, estava ao lado dele a ver um jogo de futebol-já ele estava doente- e fez-me um elogio: «Se jogasses agora, estes jogadores não serviam para te engraxar as botas». Foi o primeiro elogio que ele me fez. Estava ao lado dele e até fiquei admirado, porque ele buscar sempre algum defeito.

          Joana Oliveira: E na jogada genial que fez na final da Liga dos Campeões e deu golo, disse-lhe que a finalização foi a de um jogador da distrital?      
          Paulo Futre: Esta é a frase dele em 87. Nunca ninguém me viu o erro e ele percebeu. Só ele é que viu logo que eu não queria passar a bola. Quando chegámos ao aeroporto, estávamos eufóricos e ele chegou ao pé de mim e disse-me: «Fizeste uma jogada de génio e como é que pudeste fazer aquela finalização de um jogador da distrital?» Sai do estádio como o melhor jogador do Mundo, a pensar que ia ser Bola de Ouro e chego ao pé dele e diz isso. Orgulhoso, mas queria que tivesse sempre os pés assentes na terra.




 
            

sábado, 9 de maio de 2020

Ilustre Local Mariano vai celebrar o 13 de Maio sem a Presença de Peregrinos.



                                           Tal Atitude foi tomada para «não colocar em Perigo a Saúde Pública».

    Assegurando-se do fato de que mesmo que as Coisas já possam estar a tomar um Novo Caminho ou seja que atualmente o Ambiente já esteja a ficar Melhor em relação á Doença Ambiental
Covid19 pois embora ainda tenhamos um Caminho bastante longo a efetuar na procura de uma Cura no que se refere á Doença, o Atual Bispo de Leiria-Fátima Dom António Marto já veio a público dar a conhecer que na próxima Quarta-Feira (13 de Maio) não existirá no Recinto do Santuário de Fátima a «Presença Física de Peregrinos» negando desta forma que se possa concretizar a Probabilidade levantada pela atual Ministra da Saúde, Marta Temido, de que realmente possa existir Grupos de Peregrinos tal como aconteceu no Evento Social da CGTP do último Primeiro de Maio (Sexta-Feira passada).
 

 O Recinto Religioso Português de origem Mariana Santuário de Fátima situado na Serra de Aire,  Concelho de Ourém, tornou a dizer que se encontra a favor do fato das Cerimónias do tão estimado 13 de Maio (Quarta-Feira) sem que haja a Presença Física quer de Peregrinos quer de Celebrantes, isto embora Marta Temido (Ministra da Saúde) já tenha confessado através de uma Entrevista dada por si ao Canal de Televisão Privado SIC mais exatamente no Programa da Cristina apresentado pela Malveirense Cristina Ferreira que tal Efeméride poderia vir a ser uma Possibilidade.
     Tal Noticia foi agora desmentida através de uma Mensagem proferida no passado Domingo, dia 3 de Maio (mais tarde escrita pelos Jornalistas Tânia Pereirinha e João de Almeida Dias sendo que essa Comunicação foi efetuada nada mais nada menos do que pelo Bispo de Leiria-Fátima, o Cardeal Dom António Marto.
     «A Decisão da Igreja Católica de seguir as Indicações das Autoridades Civis no sentido de suspender as Celebrações Religiosas decorre da Responsabilidade de fazer o que está ao seu Alcance para não colocar em perigo a Saúde Pública, em sintonia com o Mandato Evangélico do Amor Próximo», pode ver proferido neste Documento.
    «Estamos Conscientes de que um Aglomerado Imprevisível de Pessoas na Cova de Iria a 12 e 13 de Maio, numa altura em que o Risco Epidémico é elevado, contraria as Orientações das Autoridades de Saúde, que optaram por fazer um Desconfinamento Gradual e Faseado», sublinha Dom António Marto no seu Depoimento acerca do importante Assunto sobre o Covid19.     
       Assim sendo, o Local Religioso Leiriense Santuário de Fátima continua a deixar claro que a Decisão antes tomada, no dia 4 de Abril, de levar a que as Comemorações do 13 de Maio seja efetuada tendo em conta «Uma Presença Simbólica de Participantes», que irão ser somente os «Intervenientes na Celebração e Funcionários do Santuário de Fátima». Assim feito, desta vez não haverá «Presença Física de Peregrinos», que irão poder assistir ás Celebrações somente através da Comunicação Social.
       «Por mais que o  Nosso Coração desejasse estar em Fátima, a celebrar comunitariamente neste Lugar, como acontece desde 1917, a Prudência aconselha-nos que desta vez não seja assim» como é dado a conhecer na Mensagem. «Mantemos esta Opção Dolorosa, na expectativa de quanto antes podermos ter neste Santuário as Multidões que na Alegria da Fé se reúnem para celebrar e rezar.»        Essa foi a Declaração Oficial celebrada pelo conhecido Sitio Mariano Santuário de Fátima após no último Sábado a atual Ministra da Saúde, Marta Temido, ter dado a conhecer que embora se tivesse que ter o máximo cuidado á altura do Comunicado ainda havia «possibilidade» de tal se vir a concretizar tal como havia acontecido com a Festa da CGTP, no Primeiro de Maio. Durante a manhã desse Domingo, um dos Representantes Oficiais do Local Evangélico Santuário de Fátima confessou ao Site Observador que se encontrava deveras «surpreendido» com a Posição da Ministra da Saúde. De recordar que Marta Temido, no entanto, já veio dar a entender nesse mesmo Domingo que a «Possibilidade» por si adiantada á SIC não se referia á presença dos «Peregrinos» mas sim dos «Celebrantes». Mesmo assim, o conhecido Santuário de Fátima tomou a decisão de defender a Posição que já havia dado a conhecer no passado dia 4 de Abril que era a de que não haveria a Presença de Peregrinos no Espaço Mariano.

                                                                Centro Religioso Mariano Santuário de Fátima
                                                               dá a conhecer que as Cerimónias não vão ter Fiéis.
     O conhecido Centro Ecumênico Santuário de Fátima já tinha vindo a Público na Segunda-Feira (4 de Maio de 2020) adiantar que as Celebrações do 13 de Maio de 2020 teriam que ser celebradas sem a presença de Peregrinos, tendo em atenção a atual Tragédia Humanitária, Covid19:
      «Suspender esta Peregrinação de Maio nos Moldes Habituais é um Ato de Responsabilidade Pastoral e também um profundo Ato de Fé»,
confessou nesse dia o Cardeal Dom António Marto, aquando da gravação de um Vídeo dado a conhecer pelas mais diversas Redes Sociais do Santuário.
     Quando lhe perguntaram sobre se haveria a possibilidade de o dia 13 de Maio ser comemorado na Cidade de Fátima, assim que saiu da já tão usual Reunião Semanal com um Grupo de Epidemiologistas, Congresso esse que teve lugar no Centro de Saúde Infarmed, no passado dia 15 de Abril (Quarta-Feira), Marcelo Rebelo de Sousa foi determinante e decidiu não falar no Assunto.
      Para o Nosso Presidente da República, se por um lado é verdade que o atual Mês se trata d´«o qual retomar o Convívio com a Realidade do Vírus» tal fato «não significa correr Riscos que seriam Riscos Contraditórios com o que tem sido feito até hoje».    
      A Primeira Fase de Calamidade que teve inicio no passado Domingo (3 de Maio de 2020), consoante também havia sido anunciado pelo Governante em causa, Presidente Marcelo Rebelo de Sousa, para ser bem sucedida, terá então que se transformar em «uma Fase de Transição, incompatível com Fenómenos de Massas o que significaria um Risco muito elevado». 
                                                           
                                                     

sábado, 25 de abril de 2020

Esta é a Biografia de Joacine Katar Moreira!



                                              Pormenores acerca da Vida de Joacine Katar Moreira.


     Joacine Katar Moreira fez História a Nível Nacional Diplomático quando se transformou na Primeira Pessoa de Origem Negra a ter sido nomeada como a Líder de um Partido após a Realização das Eleições Legislativas de 2018. A sua Entrada na Liderança do Partido Português
Livre assim que venceu essas Nomeações no Momento Pós Período Partidário. Agora, passados que são dois Anos, a aposta daqueles que nela depositaram toda a sua Confiança, deu tanto nessa altura como nos dias de Hoje os frutos desejados tudo porque desde Meados de Outubro do ano que Joacine é a única Representante do Livre no Seio da Assembleia da República.

     Nome:
Joacine Elysées Katar Moreira.
     Idade: 37 Anos
    Profissão: Investigadora
    Frase da Semana: «Eu Gaguejo Quando Falo, Não Quando Penso. O Perigo na Assembleia é os Indivíduos que gaguejam quando pensam.»
     Tendo vindo ao Mundo na Região da Guiné-Bissau, País situado na Costa Atlântica Ocidental de África, Joacine veio morar para Solo Português a partir dos Oito Anos, ou seja nos Primeiros Anos da Década de 90, após a sua Avó, que era uma Enfermeira Guineense, ter tomado a decisão de a inscrever num Colégio de Freiras situado na Zona do Concelho de Mafra sendo Joacine a Filha mais Velha de um Grupo de 11 Irmãos. Como a Jovem confessou numa Entrevista concedida ao Jornal Lisboeta Diário de Notícias:      «Sou Mulher, Sou Negra, Venho de uma Família com Dificuldades Económicas e, como senão bastasse, ainda gaguejo impecavelmente».      Já na Página de Facebook do seu Partido, Livre, a Jovem dava a conhecer-se deste modo: «Sou uma Mulher Feminista Interseccional e Ativista Anti-Racista, lutando pela Justiça Social e pelo Reconhecimento dos Setores historicamente Marginalizados da Nossa Sociedade».      Tendo-se licenciado no Curso de História Moderna e Contemporânea e em 2019, defendeu o seu Estudo de Formação no Curso Estudos Africanos ao qual deu o nome de «a Cultura de Matchundadi (Masculinidade/Virilidade) na Guiné-Bissau: Género, Violências e Instabilidade Política».      Foi igualmente no ano de 2018 que inaugurou a Fundação Inmune- Instituto da Mulher Negra em Portugal, Associação esta que visa lutar quer contra o fato das Pessoas de Origem Branca ou Negros mais Ricos continuarem a ser a favor do Mutismo das Mulheres de Portugal.
     Aquando do Ano de 2019, altura em que foram organizadas as últimas Eleições Legislativas, Joacine já se havia candidatado á Assembleia do Partido Livre bem como sido Candidata por esta Ideologia Politica na nossa Capital, Lisboa. 
 

sábado, 18 de abril de 2020

MTV Portugal patrocina em Solo Lusitano o Espetáculo «One World: Toghether At Home»!.



                             Tendo em consideração a Atual Pandemia                                            
                               Covid19, Todos os Cuidados são poucos.

      Realiza-se hoje (
Sábado, 18 de Fevereiro de 2020) a partir das 0h00 da Madrugada de Domingo o Espetáculo Beneficente ONE WORLD: TOGHETER AT HOME (em Português: «Um Mundo: Juntos em Casa») o qual conta com Coordenação da conhecida Cantora Lady Gaga e que será emitido já durante a madrugada de Domingo quer na Internet quer na Televisão sendo que entre outros Artistas, a Jovem convidou os Cantores Paul McCartney, Stevie Wonder, Taylor Swift bem como Jennifer Lopez para darem o seu Contributo Musical e Monetário neste Evento que visa ajudar as Vitimas da Pandemia Covid19, que como sabemos teve inicio na Zona de Wuhan, China.

  A Conhecida Cantora, Atriz e Compositora bem como Produtora Musical Norte-Americana Stefani Joanne Anne Germanotta, reconhecida a Nível Mundial e Artístico como Lady Gaga trata-se da principal Responsável pela Condução do Mega-  Concerto Solidário ONE WORLD: TOGHETER AT HOME o qual visa arrecadar Bens Alimentares e Financeiros para as Vitimas da Temível Epidemia Covid-19, o qual vai ser exibido esta Madrugada de Domingo mais exatamente a partir do momento em que em Portugal forem 00h00m quer através da Internet quer das mais diversas Estações Televisivas sendo que neste Evento irão participar Nomes bastante conhecidos a Nível Musical como é o caso do Inglês Paul McCartney, do Cantor-Compositor Estadunidense Stevie Wonder, da Cantora-Compositora e Atriz Taylor Swift de Origem Norte-Americana bem como da Cantora-Compositora Norte-Americana descendente de Porto-Riquenhos Jennifer Lopez.
    Dando pelo Nome de «One World: Togheter At HomeUm Mundo: Juntos em Casa», em Idioma Português), este Importante Conceito Musical terá o Patrocínio da reconhecida Instituição de Solidariedade Organização Mundial de Saúde (OMS) sendo que o Espetáculo em causa tem vindo a ser equiparado com o conhecido LIVE AID, que teve lugar no já longínquo ano de 1985 e que juntou tanto na Cidade de Wimbledon (Inglaterra) como em Filadélfia (Estados Unidos da América) inúmeras Dezenas de Grupos Musicais  e Cantores a Solo, nestes que foram dois momentos  que juntaram vários Milhões de Dólares para prestar Auxílio ás Pessoas que eram Vítimas da Fome em pleno Continente Africano.
    Agora, o Mega- Concerto ONE WORLD: TOGHETER AT HOME (UM MUNDO: JUNTOS EM CASA) tem igualmente o mesmo objetivo de conseguir Dinheiro para ajudar as Vitimas do Covid19 que teima em atingir um Número cada vez maior nesta Pandemia que teima em tomar conta dos nossos dias e ajudar as Pessoas vitimas desta drástica Doença o qual terá lugar de uma forma bem diferente da que teve ocorrência em plena Década de 80.
     Isto porque devido às rígidas Medidas de Confinamento impostas pelos Altos-Representantes Mundiais, os Músicos irão trabalhar desta vez de forma particular ou seja quer através das suas próprias Residências ou dos Locais onde têm vindo a passar este Período Obrigatório de Recolhimento devido ao Vírus Covid19, sendo que este Espetáculo será visto quer nas Redes Sociais, «Sites» Cibernéticos bem como nas múltiplas Estações de Televisão a Nível Mundial.
    Ainda antes de ter sido dado inicio ao Evento em causa, é importante revelar que este Espetáculo já levou a que fossem ganhos para cima de mais de 30 Milhões de Euros em Ajudas Beneméritas, conforme foi dado a conhecer quer pela própria Cantora Lady Gaga quer pelo atual Diretor-Geral da Organização Mundial OMS (Organização Mundial da Saúde, Tedros Adhanom Ghebreysus.
     Este Acontecimento terá o seu Inicio neste Sábado (18 de Abril de 2020) sendo que terá duas partes, a primeira das quais durará perto de Seis Horas, altura em que os Cantores se irão apresentar única e exclusivamente a partir das mais diversas Redes Sociais através das suas próprias Mansões.
     Mais tarde, já quando for Domingo ou seja para ser mais exata a partir das 00:00 (Hora de Lisboa), terá lugar aquela que será a Segunda Parte do Evento Solidário, um Concerto Ininterrupto estimado em mais de duas horas, o qual será projetado nas mais diversas Plataformas Mundiais da Internet bem como em alguns Canais de Televisão que fizeram questão de assegurar os Direitos deste Espetáculo.
     Existirão alguns Canais de Televisão de Origem Europeia como é o caso da Britânica BBC que voltarão a apresentar esses dois Espetáculos durante a parte da Manhã de Amanhã (Domingo, 19/04/2020).  
     Da longa lista de Intérpretes Musicais pertencentes ás mais variadas Gerações e Estilos Musicais, encontram-se Artistas como é o caso de Taylor Swift, Celine Dion, Shawn Mendes, Camila Cabello, Jennifer Lopez, Alícia Keys, Sam Smith, Usher, Pharrell Williams, Paul McCartney, Alanis Morissette, Stevie Wonder, Andrea Bocelli, Billie Eillish, Billie Joe Armstrong, Chris Martin, Eddie Vedder, Elton John, J Balvin, John Legend, Lizzo bem como Maluma.
     De entre os Nomes de Destaque que vão atuar nas que são as seis primeiras horas de Transmissão deste Programa de Solidariedade fazem parte igualmente os seguintes nomes: John Legend, Jennifer Hudson, Sheryl Crow, Luís Fonsi, The Killers, Lang Lang, Lady Antebellum, Charlie Putt, Ben Plat, Hozier, Jack Johnson, Juanes, Maren Morris, Michael Buble, Adam Lambert, Annie Lennox e Common.
    Tratando-se de um Certame Musical que conta com a Apresentação dos seguintes Famosos de Hollywood, Jimmy Fallon, Jimmy Kimmel bem como Stephen Colbert, este importante Mega-Concerto terá igualmente a presença de mais algumas Personalidades do Mundo do Espetáculo como é o caso das Apresentadoras Oprah Winfrey e Ellen DeGeneres, o Ator de Hollywood Matthew McConaugey e a Estilista Britânica Victoria Beckham.      Os Motores de Busca e Interação como é o caso dos Norte-Americanos Facebook, Instagram, Twitter, Youtube, Yahoo e Empresas Multinacionais como é por sua vez o caso das Norte-Americanas Apple/Amazon bem como a Empresa de Informática Asiática Libaba são Responsáveis pela transmissão deste Evento a Nível Internacional.

     


                                           

sábado, 11 de abril de 2020

Mesmo em Periodo de Quarentena... Daniela Ruah não descura a Forma Fisíca com a ajuda da sua Filha!


 
                                                             Quando as Más Alturas das Nossas Vidas
                                                             não nos deixam ir abaixo.


     Num momento que tem tanto de Belo devido á Partilha de uma Aula de Ginástica entre Mãe e Filha como de Tocante devido ao fato de tal altura ter tido lugar numa Altura tão problemática como é o caso de uma Pandemia Mundial, Daniela Ruah dá a conhecer uma Aula de Ginástica partilhada com a sua Filha mais Nova, Sierra, que atualmente tem Três Anos de Vida.

 
      Tal como se tem vindo a passar com o resto da Humanidade, também a reconhecida Atriz de Hollywood, Daniela Ruah (Lisboa, Portugal, 2 de Dezembro de 1983) tem estado em casa de Quarentena, para dessa forma não só poder proteger-se a Si como também à sua Família evitando dessa forma que o novo Coronavírus se propague ainda mais. Embora não possa sair de Casa para frequentar o Ginásio, não é por causa disso que a Jovem Atriz deixa de lado o Exercício Físico, como já deu a conhecer aos seus Fãs.
     Assim feito, foi através de um Vídeo por si editado na sua Página Pessoal do Instagram que Daniela deu a conhecer aos seus inúmeros Fãs todos os Exercícios que fizeram parte do seu Treino em Casa tendo para tal tido a ajuda da Filha mais nova, a pequenina Sierra, de apenas 3 anos de idade.
    «Apenas uma Mãe a tentar manter a Forma enquanto o Mundo está de Quarentena… Quem está comigo? Comecei por correr 3.2 Kms (sei que há Pessoas que não podem sair de Casa) e depois fiz estes Exercícios 10X3 Vezes. Acima de tudo prestem atenção ao que se passa com o vosso Corpo. Gostava muito de ler os vossos Comentários e Sugestões», redigiu na fotografia de uma das Imagens, que Você poderá ver na Galeria.
    De lembrar que o Casal Luso-Americano Daniela Ruah (Lisboa, Portugal, 2 de Dezembro de 1983) e David Paul Olsen (2 de Janeiro de 1976 (Idade 44 Anos), Moline, Illinois, EUA), são também País do pequeno River que por seu lado tem Seis Anos de Idade.
                                                               
                                                                 


 
                                                               
                                                                  

sábado, 4 de abril de 2020

Joana de Verona fala sobre a sua nova Personagem, Adelaide, da Telenovela da Globo «Éramos Seis»!



                                                                Atriz Luso-Brasileira revela que:
                                                               «
Os Homens têm medo das Mulheres».

       A Atriz de Origem Luso-Brasileira Joana de Verona que atualmente se encontra na Novela de Época 
Éramos Seis onde interpreta o papel de Adelaide, Personagem esta que vai contra os Padrões Sociais da Década de 20 do Século XX o que tem levado a que os seus Fãs se encontrem rendidos a sua atual Personagem diz que não pode estar mais feliz do que aquilo que está após ter visto o sucesso que Adelaide tem feito junto dos seus Fãs e que embora tenha nascido no inicio do Século passado não se deixa ir abaixo com os Desaires que as suas Lutas Sociais possam conhecer, sendo disso exemplo o Machismo e o Casamento, entre tantas outras Questões Sociais. Foi aliás acerca desses aspetos que a Jovem de 30 anos (8 de Dezembro de 1989, São Luís, Maranhão, Brasil) fez questão de falar com a Revista Social Portuguesa Nova Gente.
   
      Márcio Gomes: - Adelaide, a personagem que interpreta na novela Éramos Seis, é uma mulher à frente do seu tempo para a década de 30 do século passado. Mas as dúvidas que tem, na história da novela, continuam a ser muito atuais, não concorda?
      Joana de Verona:
Sim! Ela é moderna, tem conceitos de vida diferentes. Questiona os relacionamentos convencionais impostos pela sociedade, fala sobre os tipos de relações- «abertas» ou «fechadas»-, convenções e visões do Mundo. E, se pararmos para analisar, continuam muito atuais nos dias de hoje.

     Márcio Gomes: - Apesar de estarmos em 2020, considera que o machismo continua muito presente na sociedade nos dias de hoje?
     Joana de Verona:
Sem dúvida! A questão do «vagão cor-de-rosa» (carruagens de metro exclusivas para mulheres) aqui no Rio de Janeiro é um exemplo de que o machismo existe. Trata-se de uma medida que era para ser provisória, mas já está em vigor há uns dez anos. Não é uma medida de mudança de comportamento e pensamento dos homens. É, sim, o assumir de que eles invadem o espaço de uma mulher, sendo grosseiros e agressivos. Em vez de se reverter essa realidade- de alguma forma, através da educação e da mudança de pensamento- isso não aconteceu. Criou-se uma medida que tem de existir para impor respeito. Sei que, para algumas mulheres, isso é um alivio, porque podem andar, na hora do tráfego intenso, de forma mais tranquila, sem serem incomodadas ou abusadas. Mas, se pararmos para analisar, é uma perpetuação do que continua a acontecer…

    Márcio Gomes:- Trata-se, então, de uma medida paliativa e não uma mudança de comportamento?
    Joana de Verona:
É aquele de tipo de decisão: nós temos esse problema, mas vamos suaviza-lo. Mas não há uma resolução de fundo para mudar o comportamento masculino e alterar essa história. É tão grave isso existir, que só através da existência desse vagão é que conseguimos ter o mínimo de respeito pelas mulheres. Vamos colocar um pano quente aqui... e pronto! Mas o machismo não existe só no Brasil, existe em todo o Mundo.
 
   Márcio Gomes: Como é possível mudar essa realidade?
   Joana de Verona: Há muitas mulheres,
mães e avós, que criam os filhos de forma machista. Isto é um facto! E são muitos e muitos anos de supremacia masculina sobre a feminina. E nós, mulheres e homens, vamos assistindo a isso acontecer. Acho que o importante é refletir e pensar se cada um de nós não está a pôr em prática um discurso machista. Temos de estar atentos.

   Márcio Gomes: Estamos numa fase da História em que é necessário repensar no significado das relações?
   Joana de Verona:
Não é só isso! Além das relações interpessoais, também as do preconceito, as do racismo e as do machismo. O Brasil é um país que tem menos anos, comparado com outros no Mundo, mas é um ótimo lugar de reflexão. É tão rico, existem tantos tipos de pessoas, tem uma diversidade tão incrível, que é impossível não existir aqui uma enorme complexidade de questões. E é tudo muito radical. Mas, no meu ponto de vista, é melhor ser radical do que um povo que concorda com tudo, que não reivindica e não faz nada.

   Márcio Gomes: As mulheres estão a assumir cada vez mais poder...
   Joana de Verona:
E os homens assustam-se com as mulheres, que são um bicho ágil e são bem mais fortes do que eles, no geral (risos). Por isso, os homens assustam-se tanto, têm medo das mulheres. Porém, nós, mulheres, ainda precisamos de nos afirmar. Mas a mulher tem muita força.

   Márcio Gomes: Qual tem sido a reação do público em relação ao seu trabalho no mundo?
   Joana de Verona:
A melhor possível! Estou grata, porque muitas mulheres, vêm falar comigo, quando se cruzam comigo. Eu vejo que a Adelaide está a mexer com essas pessoas, por causa dos assuntos abordados na trama. As mulheres refletem sobre aquilo a que assistem na televisão e isso é maravilhoso. Poder fazer um trabalho que se passa na década de 30 do século passado e que faz as pessoas questionarem-se em pleno ano de 2020... é incrível! A Adelaide traz esse impacto social e faz-nos pensar sobre diversos assuntos.

  Márcio Gomes: Há algo parecido entre a Joana de Verona e a Adelaide?
  Joana de Verona:
Algumas coisas, sim, outras, não. O facto de eu, Joana, ter morado em vários lugares- ser brasileira e ter crescido em Portugal, transitar muito entre os dois países... e ainda ter estudado Direção de Documentário em França e ter feito filmes na Alemanha- faz com que tenha uma grande capacidade de adaptação, tal como a Adelaide. Mas ela tem uma energia mais acelerada do que a minha. Porém, empresto alguma coisa de mim, sim, até porque as personagens partem de nós.

 Márcio Gomes: Como é contracenar com Susana Vieira?
 Joana de Verona: Ela é uma artista muito experiente,
ágil e tem uma grande presença em cena. As nossas personagens são bem dinâmicas, porque são mãe e filha. Divertimo-nos muito (risos)

 
Márcio Gomes: Assim que acabar Éramos Seis, já tem novos trabalhos agendados?
 Joana de Verona:
Este ano, está prevista a estreia da longa-metragem Tinnitus. E, quando acabar a novela, volto para Portugal, para junto da família. Passando a pandemia do novo coronavírus, pretendo ficar no Porto e em Lisboa, para estrear uma criação minha: o espetáculo Mapa Mundi, que prevejo estar em dois festivais de teatro em Portugal. É isso...

       1. Quando o Jornalista Márcio Gomes lhe perguntou se existia algo em comum entre a própria Joana de Verona e a sua Personagem da Novela de Época Eramos Seis, a Atriz respondeu «O facto de eu ser brasileira e ter crescido em Portugal, transitar muito entre os dois países... faz com que tenha uma grande capacidade de adaptação, tal como a Adelaide».  
      2. Em relação ao fato de como está a ser a experiência de poder contracenar com a Atriz Brasileira Susana Vieira, Joana de Verona diz que: «Ela é muito experiente. As nossas personagens são bem dinâmicas, porque são mãe e filha. Divertimo-nos muito!»
     3. Por último quando a Jovem foi questionada sobre na sua opinião Pessoal como é que se poderá dar uma transformação na forma como as Mulheres ainda continuam a ser vistas, Joana de Verona salientou o fato de que «Há muitas mulheres que criam os filhos de forma machista. E são muitos anos de supremacia masculina...».


       

sábado, 21 de março de 2020

Em pleno periodo de Covid19, Cláudio Ramos não desanima e prepara a estreia do BB 2020



                                                             Cláudio Ramos confessa a Manuel Luís Goucha
                                                             que lhe custa estar da Filha Leonor neste período do
                                                                           Covid19.
   
       Numa altura em que nos encontramos em pleno Período de Quarentena devido ao Surto de
Covid19, o Jovem Anfitrião Cláudio Ramos confessou ao seu Amigo, o Apresentador Manuel Luís Goucha que aquilo que mais o entristece e preocupa é o facto de ter que estar longe da sua Filha, Leonor e do resto da Família sendo que referiu ainda o facto de se encontrar orgulhoso do facto das Pessoas terem aderido ao Isolamento Obrigatório devido ao atual Problema de Saúde Ambiental que estamos a atravessar nos últimos tempos. Por outro lado e numa vertente mais positiva o Apresentador que atualmente trabalha no Projeto Televisivo Big Brother e que embora esteja em Casa tem estado empenhado a trabalhar na sua preparação tendo dito por outro lado que quando o Programa começar devido ao facto de atualmente termos que estar isolados em Casa os Concorrentes talvez já estejam habituadas ao que se passa na Casa do Big Brother 2020.
 

   Patrícia Correia: Como vê esta decisão da direção de Programas de adiar o Big Brother (BB)?
   Cláudio Ramos:
Vejo-a com orgulho e sensatez. No momento em que atravessamos, acho francamente que foi a melhor decisão. Não fui apanhado de surpresa, porque, a partir de certa altura, falávamos de várias medidas e de vários cenários, consoante a situação foi avançando. Estou certo de que foi o melhor e orgulho-me muito que a TVI tenha pensado primeiro nas pessoas e só depois nos números. Somos uma equipa grande a trabalhar no formato, para além dos concorrentes que estavam em segurança há dias e não iriam entrar na Casa sem submetidos a todos os testes.

   Patrícia Correia: Fica triste com este adiamento, uma vez que fica assim adiada também a concretização do seu sonho de apresentar o BB?
   Cláudio Ramos:
Agora a prioridade são as pessoas. As pessoas com quem trabalhamos e para quem trabalhamos, triste fico com o que se está a passar no Mundo. Isso é que me entristece e preocupa. Preocupo-me mais comigo como cidadão que enquanto apresentador. Preocupo-me enquanto pai, filho, irmão, amigo… é isso que me preocupa agora. Vou continuar a trabalhar no BB a partir de casa e estarei preparado para o estrear quando o País estiver preparado para o receber e a TVI resolver que é chegado o momento.

  Patrícia Correia: Á semelhança da maioria dos portugueses, tem ficado em casa?
  Cláudio Ramos:
Estou em casa em isolamento social há cinco dias. Tenho trabalhado a partir de casa e é assim que vou continuar, porque é o melhor a fazer. Fisicamente longe da minha filha, dos meus, mas consciente que é o que devo fazer enquanto cidadão. É o mínimo, perante o que fazem os profissionais de saúde, que estão na linha da frente, exaustos e a dar o seu melhor para sairmos disto. A nós só nos pedem para estarmos em casa.

  Patrícia Correia: Já teve problemas de coração. Está inserido num grupo de risco?
  Cláudio Ramos:
Eu fui operado ao coração há algum tempo, fui tratado e nunca mais tive nenhum episódio de risco. Tenho de ter os mesmos cuidados de risco que toda a gente. Temos de ter alguma cautela, um cuidado redobrado com a higiene das mãos, respeitar o espaço das outras pessoas. Mas não sou aquilo que se pode dizer um grupo de risco, como aquelas pessoas que têm problemas cardíacos ou alguma doença crónica.

  Patrícia Correia: Estávamos a poucos dias da estreia. Já estava ansioso?
  Cláudio Ramos:
Estava muito expectante e muito entusiasmado. Ansioso também, claro, mas ando a tentar controlar a minha ansiedade. Estou muito mergulhado no formato. Estou desejoso de começar a fazê-lo, de começar a interagir com aqueles concorrentes, de apresentar um formato que eu quero fazer há muito tempo. E tudo isto se mistura com trabalho que está a ser feito com entusiasmo, com vontade, com ansiedade, com nervosismo. Tudo aquilo que é patente naquilo que uma pessoa como eu quer fazer muito bem feito. E fazer muito bem feito exige responsabilidade e medo também, obviamente.

   Patrícia Correia: Teme comparações com a Teresa Guilherme?
   Cláudio Ramos:
Sei que vai haver comparações, claro. Tal como compararam a Maria Cerqueira Gomes com a Cristina Ferreira. Não tenho dúvida nenhuma de que isso vai acontecer.

    Patrícia Correia: Já falou com a Teresa?
    Cláudio Ramos:
Sim, ela mandou-me mensagem a dar-me os parabéns. É uma pessoa eu gosto muito e com quem mantenho contacto. A Teresa é uma referência no seu estilo de apresentar e na sua forma de fazer o Big Brother e outros reallity shows que fez a seguir. O meu objetivo não é imitar, é fazer o registo do Cláudio. Se eu conseguir fazer tão bem como a Teresa, será maravilhoso. É porque as pessoas gostam. Se eu conseguir fazer tão bem como a Teresa naquele que é o meu registo, ainda melhor. A Teresa é um nome incontornável.

    Patrícia Correia: Essas comparações são injustas?
    Cláudio Ramos:
São tremendamente injustas, mas não me incomodam. São injustas tanto em relação à Maria com a Cristina como no meu caso, por variadíssimas razões. Eu sou um homem, a Teresa é uma mulher, eu tenho um registo de apresentar, a Teresa tem outro, eu vou com uma idade, a Teresa começou com outra… São coisas completamente diferentes. Mas também sei que a comparação vai ser feita, seja pelo público, pela Imprensa, até por nós. Eu próprio, quando o Manuel (Luís Goucha) foi apresentar o Casa dos Segredos, pensei: «Deixa lá ver se há alguma coisa de Teresa aqui.» Faz parte, mas isso não nos pode desviar do foco.

     Patrícia Correia: Já conhece a Casa nova e imagino que também conheça os concorrentes. O que nos pode adiantar sobre eles?
     Cláudio Ramos:
Nada! Mas posso dizer que eles são muito bons, são maravilhosos! Eu tive acesso a vários castings que eles fizeram e é muito interessante as coisas que eles escreveram nos questionários, ver a forma como eles reagiram… É muito interessante! E, depois, perceber que aquela pessoa podia ser uma pessoa igual a mim. Os últimos reality shows têm tido pessoas um bocadinho estereotipada. Há esta imagem, que foi construída nos últimos tempos. Mas aqui não é isso. E até a mim me custou um bocadinho a acreditar, até começar a vê-los. Eles são muito queridos, muito fofos, muito terra-a-terra. As idades são maravilhosas, as pessoas são encantadoras.

   Patrícia Correia: Há pessoas mais velhas?
   Cláudio Ramos:
Sim, mas o mais bonito nem são as idades, são as histórias que eles têm e a forma como eles são. Eu imagino-os a interagir uns com os outros e imagino que o meu irmão podia ser aquele e que aquela podia ser minha irmã, uma prima minha… E acho isso extraordinário.

     Patrícia Correia: Está preparado para viver a vida deles?
     Cláudio Ramos:
Estou preparado. Eu já vivia quando não apresentava o programa, porque sou muito, muito fã. E já vivi lá dentro. Estou preparado para viver a vida deles durante os três meses que lá estiverem.

     Patrícia Correia: Como quer que eles olhem para si?
     Cláudio Ramos:
Quero ser os olhos do Mundo. Quero que eles estejam dentro da Casa muito felizes e contentes, a darmos um grande programa de televisão, mas eu tenho de ser a mão que os segura e os agarra, e os olhos que eles têm cá fora. É isso que eu quero ser.

      Patrícia Correia: Está confiante no sucesso do programa?
      Cláudio Ramos:
Estou muito confiante. De verdade. Estou muito confiante desde o primeiro dia. Não há um único dia em que eu pense:«Ai, meu Deus do céu, onde é que eu me fui meter?».   
   
     Patrícia Correia: Há mais apresentadores no formato, entre as quais algumas bloggers,como a Ana Garcia Martins e a Mafalda Castro. Esta opção foi feita para chamar público mais jovem ou para o programa ter maior promoção nas redes sociais?
        Cláudio Ramos:
Temos de perceber que o Big Brother de agora não é o mesmo de há 20 anos. Contar com os comentários da Ana ou da Mafalda, que são tão seguidas na Internet, traz, naturalmente, uma mais-valia e uma lufada de ar fresco, porque é importante ter caras novas. O Big Brother é feito em três formas: o que se passa na Casa e nas galas; nos programas paralelos que estão em antena; e tudo o que se diz, escreve, comenta nas redes sociais. A minha filha, se calhar, não vai estar em casa às 19h, às 21h ou à meia-noite, mas pega no telemóvel a qualquer hora e acompanha o que se passa.

     Patrícia Correia: Foi o Cláudio que sugeriu ao Nuno Santos ir buscar a Maria Botelho Moniz?
     Cláudio Ramos:
Eu sabia que me ia fazer essa pergunta (risos). Eu sou amigo da Maria há muito tempo, trabalhei com ela cinco anos seguidos, tenho uma belíssima relação com ela e estou muito contente, mas a responsabilidade da contratação da Maria é exclusivo da direção de Programas da TVI.

    Patrícia Correia: Não deu um empurrãozinho?
    Cláudio Ramos:
O Nuno pode ter-me perguntado o que eu achava da Maria, mas jamais, em tempo algum, fui eu que decidi. O Nuno perguntou a minha opinião sobre a Maria em reuniões de trabalho, como perguntou de outras pessoas.

    Patrícia Correia: E a sua opinião foi positiva, claro?
    Cláudio Ramos:
Foi fundamental.  Eu sai só porque ia apresentar o Big Brother. O desafio foi esse. Não quero que as pessoas pensem que eu saí por causa do dinheiro. Foi isto. Basta olhar para mim para se perceber que eu estava numa situação muito confortável na SIC. Talvez a mais confortável da minha «Geração Sic». Agora, um desafio desta natureza, feito desta forma… eu teria de aceitá-lo. Temos de olhar para mim como uma pessoa que anda aqui há muito tempo, tem 46 anos e já passou por todos os horários do daytime, mas que quer muito provar a si próprio que, se quer dar um passo em frente na carreira, é apresentar um formato que ama, que é o Big Brother.   Patrícia Correia: Sente que esta é a oportunidade que nunca lhe deram na SIC?
   Cláudio Ramos:
Eu não tive nunca a oportunidade de apresentar um programa desta natureza na SIC. Nunca fui convidado para o fazer. Estariam lá outras pessoas para o fazer que as direções achavam que eram melhores. Mas eu não questiono. O que me foi colocado agora á frente foi: «Tenho isto para fazer, Cláudio, tu aceitas?» E eu aceitei. Não falei de valores. Aceitei e deixei a minha agente tratar de tudo o resto com o Nuno Santos. Eu só disse que queria fazer e que achava que estava preparado.

    Patrícia Correia:Já tinha tido algum convite para sair da SIC?
    Cláudio Ramos:
Já tinha sido sondado duas vezes. A primeira vez, nem sequer ouvi; a segunda, nem sequer se colocou a hipótese. Eu estava confortável. É o desafio que leva á mudança.

    Patrícia Correia: Pediu opinião a alguém sobre a mudança?
    Cláudio Ramos:
Não, a ninguém.

    Patrícia Correia: Nem sequer ao Diogo (o namorado)?
    Cláudio Ramos:
Não, absolutamente a ninguém. Isto tinha de ser um segredo absoluto, e um segredo só tu consegues guardá-lo. Podes confiar muito no teu melhor amigo, mas, de repente ele tem outro amigo em quem confia muito e deixa cair qualquer coisa… Isto é uma decisão tão importante que é muito importante que tu te ouças a ti próprio. O bom, o mau, o risco é a altura, não é...

     Patrícia Correia: Quando recebeu o convite do Nuno Santos, aceitou de imediato?
     Cláudio Ramos:
O Nuno perguntou-me se valia a pena falarmos sobre este assunto e eu disse que sim. Era uma coisa que eu queria fazer.

     Patrícia Correia: Essa conversa foi muito tempo antes do anúncio oficial da sua saída?
     Cláudio Ramos:
Sim, sim, muito tempo antes. Eu fui convidado pelo Nuno quando ele tomou posse.

     Patrícia Correia: Foi fácil manter o segredo durante tanto tempo?
     Cláudio Ramos:
Foi dificílimo. Só três pessoas sabiam: eu, o Nuno Santos e a Beatriz Lemos, que é a minha agente.

     Patrícia Correia: Numa entrevista recente á TV7 Dias, o Daniel Oliveira disse que a SIC não conseguia chegar aos valores astronómicos que a TVI lhe ofereceu. Foi ganhar assim tanto?
     Cláudio Ramos:
Não gosto de falar de valores. Eu sou um operador televisivo, tenho um preço, aceitei ir por um preço e estou ao serviço da SIC por um preço. Quero deixar claro que eu  não trabalhei de forma precária na SIC
.
Aliás, nessa mesma entrevista, o Daniel diz que me foi um contrato de exclusividade e eu não aceitei.

     Patrícia Correia: E não aceitou porquê?
     Cláudio Ramos:
Porque eu estava confortável e queria fazer outras coisas. Quando nos é dado um contrato de exclusividade, à partida, dão-nos mais dinheiro. Por isso, aqui está a prova de que eu não trabalho apenas pelo dinheiro. O contrato de exclusividade foi muito antes do convite para eu ir para a TVI. Achei que não era a altura de fazer um contrato de exclusividade que não me trazia uma evolução profissional.

      Patrícia Correia: Já se escreveu muita coisa sobre a sua relação com a Cristina Ferreira e a forma como ela encarou a sua saida. Afinal, a amizade ficou ou não beliscada?
      Cláudio Ramos:
Não, não ficou nada beliscada, porque a Cristina entendeu perfeitamente, tal como entenderam todos os amigos da Cristina quando ela entendeu fazer uma mudança. Ela entendeu. Ela sabia que isto ia acontecer mais cedo ou mais tarde. Ela só soube no dia em que foi feito o anúncio.

      Patrícia Correia: Ela ficou sentida com isso?
      Cláudio Ramos:
Eu não podia ter falado com ela antes. Não podia falar com ninguém. Repare: se se contar alguma coisa antes, neste meio, parece que se está a fazer blugg ou que se quer negociar com a outra parte. E o meu objetivo não era esse. Ela percebeu, nós tivemos uma conversa que ela, se um dia quiser, contará. Entre mim e a Cristina não há nenhum problema. Ela sentiu, naturalmente, tristeza, porque perdeu uma pessoa de quem gostava e que estava ali todos os dias, mas não perde o amigo, que é o que importa.

       Patrícia Correia: Voltou a falar com ela?
       Cláudio Ramos:
Sim, claro, mas o que falo com a Cristina, ela um dia, se quiser, contará (risos).

       Patrícia Correia: Quando anunciou a sua saída, houve quem lhe chamasse traidor. Isso magoou-o?
       Cláudio Ramos:
Nada. Não leio nada do que se escreve sobre mim nas redes sociais, mas entendo que as pessoas tenham essa postura. As reações que fui recebendo na rua foram todas positivas. Eu não traí ninguém. Eu sou um operador que recebeu um convite. É como se eu trabalhasse numa loja e depois fosse trabalhar para outra loja. As pessoas têm de se meter no lugar de quem está a tomar uma decisão.

       Patrícia Correia: Tem visto O Programa da Cristina?      
      Cláudio Ramos: Não, porque mudei as minhas rotinas, todas. Agora, de manhã, não estou em casa.

        Patrícia Correia: Mas não tem curiosidade?
        Cláudio Ramos:
Não tenho, sinceramente.

        Patrícia Correia: Acha que o vizinho Cláudio lhe faz falta?
        Cláudio Ramos:
Acho que o amigo Cláudio lhe pode fazer falta. Vizinhos existem outros, mas um amigo é mais importante do que um vizinho. Os programas acabam, as pessoas são aquilo que fica.

         Patrícia Correia: Sente que tem a porta da SIC aberta para um dia, eventualmente, regressar?
         Cláudio Ramos: Sinto que saí da SIC de forma muito honesta, tanto com a Cristina como com o Daniel Oliveira,
mas sinto que é o momento de olhar para a frente. Estive durante 18 anos na SIC e dei tudo o que podia dado. E a SIC deu-me tudo o que  podia dar. O futuro pertence a Deus. O meu foco, hoje, é a TVI.      

          Patrícia Correia: Voltemos á TVI, então. Estão numa fase de mudanças. Além do Big Brother, de que forma é que o Cláudio pode ajudar a estação a crescer?
          Cláudio Ramos:
Eu gostava muito de poder contar várias coisas, mas não posso, porque ainda nem estreei o Big Brother (risos).        
         
           Patrícia Correia: Há projetos para o futuro?
           Cláudio Ramos:
Naturalmente que o diretor tem na cabeça uma série de projetos, mas acho prematuro falar-se deles agora. Estou ao serviço da estação e vou fazer aquilo que a estação entender que eu posso fazer bem e com o que eu me identifique.

           Patrícia Correia: Pode ser o substituto de Manuel Luís Goucha nas manhãs?
           Cláudio Ramos:
Ai, não faço ideia. Nunca falei sequer sobre isso. E posso dizer que não parei sequer um minuto, depois desta minha mudança, para pensar naquilo que vou fazer depois do Big Brother. Estou muito focado no BB.         
         
            Patrícia Correia: Mas gostava de ir para as manhãs?
            Cláudio Ramos:
Não é uma questão de gostar ou deixar de gostar. Eu gosto do daytime, é o público com o qual trabalho, mas, neste momento, não é uma em que eu pense. Quando se tem um Big Brother para fazer, não se consegue ver mais nada à frente.

              Patrícia Correia: A TVI poderá vir a ter um formato semelhante ao Passadeira Vermelha?
              Cláudio Ramos:
Não faço a mínima ideia. Não sei mesmo.

              Patrícia Correia: Quem é que, da SIC, ficava bem na TVI?
             Cláudio Ramos:
Ai, não! Isso eu não vou responder. Cada um tem o direito de fazer as sua escolhas e ir orientando o seu caminho da melhor maneira possível. Quem sou eu para dizer se este ficava bem aqui ou se ficava bem ali?

               Patrícia Correia: Se conseguisse projetar-se agora para a fase pós-Big Brother, o que gostaria de me dizer?
               Cláudio Ramos:
Gostava muito de lhe dizer que liderei durante três meses, que consegui agitar a antena, mostrar que o programa tinha feito a diferença, que tinha uma viagem marcada para as Maldivas e que pude ir descansado, porque já não há coronavírus. Gostava muito de, nessa altura, podermos falar sobre isso tudo. 
       


   

      



                                                            

sábado, 7 de março de 2020

Brad Pitt admite que é ele mesmo quem faz a Redação dos seus Discursos.



                                                                      Brad Pitt emocionou-se ao falar da Família
                                                                      na Entrega do
Oscar de Melhor Ator Secundário.

      O Conhecido Ator Norte Brad Pitt fez saber aquando da realização da última
Cerimónia dos Oscars, que teve lugar no conhecido Centro Cinematográfico Teatro Dolby Hollywood, situado na Cidade de Los Angeles, Califórnia, no segundo Domingo do passado mês de Fevereiro (9 de Fevereiro de 2020) que ao contrário do que dizem os Críticos de Cinema quando afirmam que não é o Intérprete Cinematográfico quem escreve os seus próprios Discursos tal acusação é mentira.

   
      No dia em que foi efetuada aquela que foi a 92.a Cerimónia de Entrega dos Academy Awards também reconhecida como Óscars2020 (9 de Fevereiro de 2020), o reconhecido Ator de Hollywood confessou como se costuma dizer «a pés juntos» que ao contrário do que as Pessoas pensam é ele mesmo quem escreve os seus Discursos para as Cerimónias em que é reconhecido com a atribuição de um Galardão, os quais têm vindo a ser-lhe oferecidos ao longo da sua Carreira que já tem mais de 30 anos. Tudo teve lugar nos Bastidores dessa importante Cerimónia quando foi distinguido com o Óscar de Melhor Ator Secundário pelo Filme pertencente ao Género Drama/Comédia Dramática, Era uma Vez em… Hollywood, quando o Ex-Marido da Atriz, Cineasta e Ativista Humanitária Norte-Americana Angelina Jolie deu a entender que a Inspiração para a Escrita dos seus Textos aquando do agradecimento dos Prémios que lhe são entregues é efetuada por parte da reconhecida Academia de Hollywood sendo proveniente não só do fato de ter «alguns amigos engraçados que ajudam com as Piadas» como também tem origem de dentro «do Coração».    
     Esta Política em relação aos Discursos lidos por Brad Pitt têm a sua origem aquando desta última fase de Prémios. É importante realçar como um dos exemplos aquele que o Veterano Ator de Hollywood efetuou aquando da entrega dos SAG AWARDS (Prémios atribuídos todos os anos que contam com o Patrocínio da Screen  Actors Guild-American Federation Of Television and Radio Artists onde deu a conhecer que só conseguiu recuperar do Problema que tem com o Álcool devido á ajuda do seu grande amigo, o igualmente Ator de Hollywood: Bradley Cooper. Atualmente, o Ator que antes de ter sido casado com a Heroína do Filme Tomb Raider já havia sido Marido da também Atriz Jennifer Aniston já veio a público confessar á Revista Norte-Americana Vanity Fair, que tudo aquilo que lê nas Cerimónias é da sua Autoria tendo confessado que:
  «Sempre fui inseguro quanto aos Discursos. Deixam-me Nervoso. Desta vez, decidi que ia esforçar-me… Sou eu que os escrevo.»
    Durante a Leitura do Discurso desse Domingo, Brad Pitt decidiu ter uma ideia acerca do que se tem vindo a passar e fez questão de entre outros Assuntos efetuar a sua Opinião Pessoal tanto em relação ao Processo de Inpeachment do atual Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, o qual afeta também o Ex-Conselheiro de Segurança Nacional John Bolton, que por sua vez não foi intimado a dar o seu Testemunho Pessoal acerca do Processo dizendo: «Disseram-me que só tenho 45 Segundos aqui. São 45 Segundos a mais do que o Senado deu a John Bolton esta Semana. Talvez o Quentin (Tarantino) faça um Filme sobre isso», afirmou Brad em Palco.
    Numa outra parte do seu Discurso, Pitt reconheceu perante toda a Equipa Técnica do seu mais recente Filme, o Drama/Comédia Dramática Era Uma Vez… Em Hollywood em especial o Realizador Quentin Tarantino o quanto o Filme tinha sido bem sucedido. Este é o Segundo Óscar conquistado pelo Ator de 56 anos (de lembrar que em 2014 já havia recebido uma Estatueta Dourada mas dessa vez por ter sido Produtor do Filme Biográfico/Drama Biográfico 12 Anos Escravo) tendo revelado que essa «tem sido uma Ronda (de Prémios) muito especial» e que ainda por cima para si esse acontecimento é «mais do que tudo, sinto uma enorme Responsabilidade- mais do que um Triunfo.»     Para além disso, Brad Pitt lembrou-se igualmente do dia em que os Progenitores do Ator, William Alvin Pitt e a Esposa Jane Etta Pitt o ajudaram imenso na realização do seu sonho de ser Profissional de Cinema, mesmo tendo sentido alguma tristeza como é óbvio ao verem que estavam a deixar o seu Filho partir mas por outro também alegria e orgulho por saberem que Brad estava a sair de casa em prol da luta por aquele que há cerca de 30 anos era o seu maior desejo: Ser Ator na conhecida «Meca do Cinema», Hollywood, quando diz que: «Era Uma Vez em… Hollywood é bem verdade.»     Brad Pitt haveria de dar por concluído o seu Discurso quando dedicou a Consagrada Estatueta Dourada aos seus seis Filhos: Maddox Jolie-Pitt (Ator), Nascimento: 5 de Agosto de 2001 (Idade: 18 anos), natural do Camboja, Pax Thien Jolie-Pitt- (Nascimento: 23 de Novembro de 2003 (Idade: 16 anos), cujos Pais Verdadeiros são oriundos do Vietname; Zahara Jolie-Pitt (Atriz) (Nascimento: 8 de Janeiro de 2005 (IDADE:15 ANOS), Awassa, Etiópia, Shiloh Jolie-Pitt (Atriz), (Nascimento: 27 de Maio de 2006 (IDADE: 13 ANOS), Swakopmund, Namíbia e os Gémeos Vivienne Marcheline Jolie Pitt e Knox Leon Jolie-Pitt, (Nascimento: 12 de Julho de 2008 (Idade: 11 anos, Nice, França), salientando que deseja que estes só se tornem Atores e deêm assim entrada naquele que segundo a sua Opinião Pessoal é o «Negócio da Família».      Tudo porque para terminar, o Ator fez questão de sublinhar que:
     «Quero que sigam os seus Talentos, as suas Paixões». 

sábado, 22 de fevereiro de 2020

Alexandra Borges:A Jornalista da TVI que nunca teve medo de arriscar!



                                                           Revista Nova Gente entrevista Jornalista Alexandra Borges

     Alexandra Borges, Jornalista do conhecido Canal Privado
TVI, trata-se de uma das mais reconhecidas e polémicas Repórteres deste Canal situado na Cidade de Sintra, mais concretamente na Rua Mário Castelhano 40, 2734-502. Há pouco tempo atrás, deu a conhecer uma das suas mais comoventes histórias que costumam passar após as Noticias do Jornal da TVI, na maior parte dos casos ao Domingo, a qual deu a conhecer a luta que tem vindo a ser travada pela Jovem Ângela que antes da morte havia planeado junto com o Companheiro Hugo constituir mas que infelizmente devido a uma grave doença não o conseguiu concretizar antes da morte deste sendo que mesmo assim a Jovem decidiu que em homenagem á luta que tinha travado com o seu Marido para serem de um Bebé jamais iria deixar morrer tal desejo.


    Como muito bem sabemos, a Jovem Alexandra Borges trata-se de uma das mais reconhecidas Jornalistas do Canal Privado TVI, onde trabalha já há um quarto de século sendo que entre todas as entrevistas por si efetuadas encontra-se um importante curriculum de Reportagens que tem vindo a dar bastante que falar devido á sua carga emotiva. Aliás, uma dessas Entrevistas fez mesmo com que Alexandra Borges tomasse a decisão de inaugurar a Associação Filhos do Coração e a mais recente conta a história de Ângela que adorava ter sido conjuntamente com o seu Malogrado Companheiro, Hugo, Mãe e que atualmente tem vindo a lutar para que mesmo após o súbito desaparecimento do seu Namorado poder submeter-se a um Processo de Inseminação Artificial pos mortem tendo em conta que antes de se ter dado o triste enlace o seu Noivo havia decidido submeter-se a uma recolha de sémen tendo em vista a concretização de tão grande sonho. A conhecida Revista Social mais precisamente a Repórter Lídia Belourico (lídia.belourico@impala.pt) e o seu Colega de Trabalho, o Fotógrafo Nuno Moreira tiveram uma amena conversa com a Jornalista que efetuou uma viagem até á Região Espanhola de Andorra, onde sozinha, aproveitou para desfrutar de uns dias de férias numa Estância de Esqui.
 
    Lídia Belourico: É uma habitué da neve?
    Alexandra Borges:
Ia todos os anos… mas, desde que me separei, vai o pai com os meus filhos porque são loucos pela neve. Já não fazia esqui há três anos. Tínhamos um grupo que ia sempre. Acho que a neve é em grupo. Só faz sentido em grupo. É aquela coisa que não é individual. É giro se viermos com um conjunto de amigos passar uma semana. Descansa imenso, relaxa… fica-se esgotado fisicamente, mas de cabeça… a mim faz-me muito bem para desligar.

   Lídia Belourico: Referiu que está separada…
   Alexandra Borges:
Sim, estou divorciada há um mês. Já me separei há três anos, mas só há um mês é que oficializámos o divórcio. Portanto, estou divorciada e feliz.   Lídia Belourico: Tem tido um percurso profissional bastante intenso. Essa entrega e o facto de viver demais as histórias e as reportagens que faz afetam a vida privada?
   Alexandra Borges:
Não diria que vivo demais as minhas histórias. Não sei fazer jornalismo de outra forma. Costumo dizer que o jornalismo, para mim, é um privilégio, não é uma profissão, e está comigo 24 horas por dia. Portanto, tenho um privilégio e nem todos os portugueses podem, infelizmente, dizer isto. Gosto do que faço e digo sempre aos meus filhos: «Se vocês, um dia, escolherem uma coisa para fazer de que gostem, esquecem o tempo. Realmente, irá absorver-vos de uma determinada maneira, mas deixar-vos-á muito felizes». Cada vez que há uma conquista, e houve uma, recentemente, faz com que tudo faça sentido. Por exemplo, no Dia dos Namorados, saber que a Ângela Ferreira (ver caixa) vai poder engravidar, porque o PS vai propor uma alteração legislativa para que possa fazer-se uma inseminação post mortem e dar um fim feliz á sua história de amor, é o melhor que poderia ter acontecido nessa data que celebra o amor. Tudo acontece graças á mulher que poderia ter acontecido nessa data que assinala o amor. Tudo acontece graças á mulher que ela é, sem dúvida. Eu, como jornalista, posso tirar o melhor das pessoas, mas ela é aquela pessoa. A lutadora por aquele amor incondicional. Toda a gente gostava de viver uma história de amor assim. Eu adorava. Acho que, no amor, o segredo está em tirar o melhor de cada um e ela conseguiu isso com o Hugo. Cada um tirou o melhor. Acontecer esta revelação no Dia dos Namorados, que é uma data a que eu normalmente não ligo, faz sentido.

  Lídia Belourico: Soube disso aqui, em Andorra?
  Alexandra Borges:
Sim, foi uma agradável surpresa.

   Lídia Belourico: Tanto quanto a Nova Gente sabe, vai ser a madrinha do Guilherme, o «futuro filho» da Ângela e do falecido Hugo…
   Alexandra Borges:
Telefonei à Ângela esta manhã a propósito da notícia do PS e ela disse- aliás, já o tinha feito- que eu e o Emanuel Monteiro, que também assina a reportagem, iríamos ser padrinhos do Guilherme, porque ela acha que, quando engravidar, será de um menino. Portanto, claro que sim. Terei todo o gosto em ser madrinha do Guilherme, porque esta criança vem mudar leis e fazer história. Não foi a TVI: quem vai fazer história em Portugal é a Ângela, e no Dia dos Namorados recebeu essa notícia.

     Lídia Belourico: Volto a perguntar-lhe… a sua profissão afeta muito a sua vida pessoal?
     Alexandra Borges:
Sim, afeta. Há trabalhos que afetam a minha vida privada, a minha segurança e a dos meus filhos. Mas isso está na Policia Judiciária, onde tem de estar. Ainda assim, voltaria a fazer os mesmos trabalhos, da mesma forma, sujeita a processos, às mesmas pressões, às ameaças… tudo. Mas sabe porquê? Porque põe em causa o jornalismo de investigação. Não é grave porque afeta a Alexandra Borges ou a vida dos filhos dela. Já conhecia pressões económicas e políticas e já tinha passado por elas, mas coisas que ameacem a segurança do jornalista que faz investigação séria e isenta, na busca da verdade, põem em causa o próprio jornalismo de investigação. E quando as instituições deste País não o defendem estão a ser coniventes, e isto é grave porque põe em causa a democracia.

     Lídia Belourico: A TVI e o Sérgio Figueiredo, como diretor de Informação da estação, estão sempre do seu lado?
     Alexandra Borges:
Sim, sim. Não conseguiria realizar o meu trabalho sem que a TVI estivesse comigo. Mas atenção que não sou sempre alvo de processos judiciais, também sou eu que processo. Não posso admitir que digam que o meu trabalho são fake news ou que escrevi argumentos de novelas... tenho mais de 25 anos disto e nunca me sentei no banco dos réus. Isto põe em causa o jornalismo de investigação. Não tenho nenhum medo, nunca tive. Nunca me sentei no banco dos réus, mas estou pronta para o fazer, se for caso disso. Mas o que me preocupa é: quem é que defende o jornalismo de investigação? Por outro lado, sinto muito apoio do povo português. Agradeço cada mensagem, porque são muitas, das pessoas que entendem o que faço, que se solidarizam com o que faço. Somos poucos aqueles, que, de uma forma isenta e empenhada, rigorosa, ainda defendem o jornalismo de investigação.

     Lídia Belourico: Sente-se atacada no seio da «comunidade jornalística»?
     Alexandra Borges:
Não me sinto apoiada. O que é diferente. Mas também já me habituei a lidar só comigo e com a minha consciência. É assim que estou na profissão. Durmo muito bem à noite. Todos os dias. Mas atenção: o Sindicato de Jornalistas sai em minha defesa. Vou ser justa, em relação ao bullyng judicial de que estou a ser vitima, saíram em minha defesa. A ERC- Entidade Reguladora de Comunicação- também saiu em minha defesa. O que digo é que não me sinto apoiada, individualmente, pela classe. Valorizo a opinião das pessoas de que gosto e em quem acredito… as outras não me interessam nada. Agora, há duas instituições que me apoiaram, além da TVI: o Sindicato de Jornalistas e a ERC. Vamos ver como os tribunais funcionam…

     Lídia Belourico: Como vai a Filhos do Coração?
     Alexandra Borges:
Começou com uma reportagem no Gana em que acabei por resgatar três crianças que estavam muito doentes. Paguei-lhes a estadia num centro de acolhimento, a educação e a saúde com o meu dinheiro. Depois, encontrei uma americana que estava a fazer a mesma coisa e iniciámos um projeto juntas. Passaram 13 anos e temos 98 crianças. No dia 22 de Fevereiro, vai começar uma campanha nos supermercados Pingo Doce, na qual vamos ter pulseiras motivacionais para as pessoas adquirirem, bem como «vales educação» para pagar a educação das crianças no Gana. Essa é a parte de que a Associação Filhos do Coração é responsável: pagar a educação. Digo sempre que isso é a porta para a liberdade daqueles miúdos. Não interessa tirá-los de lá se depois não lhes dermos armas para poderem vencer. Este ano, já lançámos a Agenda Solidária, que está feita com os sonhos dos miúdos- há quem queira ser Presidente do Gana. Fora isso, tem o seu preço e eu já paguei o meu: não posso entrar no Gana. Na altura que fiz a reportagem fui á Human Rigths Watch e às Nações Unidas, em Nova Iorque, denunciar o caso. O Governador do Gana não ficou satisfeito porque estava a afetar o turismo e não me dão visto para entrar.

     Lídia Belourico: Que idades é que eles têm?
     Alexandra Borges:
Desde os seis até miúdos que já estão na faculdade?

     Lídia Belourico: E os três primeiros que deram origem a tudo?
     Alexandra Borges:
Um já está na faculdade e as outras duas continuam a estudar no liceu. São miúdas perfeitamente encaminhadas e muito felizes.

      Lídia Belourico: Mudando radicalmente de assunto, está bastante mais magra…
      Alexandra Borges:
Não, não estou. O que acontece é que tenho uma doença autoimune e crises que me obrigam a tomar corticoides. Isso faz-me inchar a cara e, quando me tiram fotografias, é normal que tenha esse inchaço. Como estou estável há cerca de um ano - fiz um tratamento de imunoterapia e funcionou muito bem- é natural que pareça mais magra. Porque, na realidade, estou com o mesmo peso.

       1.  Alexandra Borges confessou no decurso desta entrevista concedida á Jornalista Lídia Belourico da Revista Social Nova Gente que: «Estou divorciada e feliz».
       2. Alexandra Borges deu a conhecer nesta sua entrevista que no que diz respeito ao futuro do Jornalismo de Investigação: «
O que me preocupa é: quem é que defende o jornalismo de investigação? (…) Somos poucos aqueles que de uma forma isenta e empenhada, rigorosa, ainda defendem o jornalismo de investigação».
       3. Quando foi questionada acerca do fato de se sentir ou não atacada no Mundo do Jornalismo, Alexandra Borges disse: «
Já me habituei a lidar só comigo e com a minha consciência. É assim que estou na profissão. Durmo muito bem à noite». 

       4. Na altura em que a sua Colega de Profissão, a Jornalista da Nova Gente, Lídia Belourico lhe perguntou se a profissão de Jornalista a afetava na Vida Pessoal, Alexandra Borges respondeu: «Já conhecia pressões económicas e políticas e já tinha passado por elas, mas coisas que ameacem a segurança do jornalista que faz investigação séria e isenta, na busca da verdade, põem em causa o próprio jornalismo».
       5. Já na continuação dessa pergunta, quando foi questionada acerca do apoio que tem vindo a receber por parte quer da TVI quer de Sérgio Figueiredo, o atual Diretor de Informação desta Estação de Televisão Privada, a Jovem disse: «Não tenho nenhum medo, nunca tive. Nunca me sentei no banco dos réus, mas estou pronta para o fazer, se for caso disso».
       6. Alexandra Borges é a Repórter responsável pela Entrevista efetuada pela
TVI á Jovem Ângela que embora tenha ficado viúva há pouco tempo de Hugo, deseja mesmo assim vir a ser Mãe de um Filho, fruto da Relação Amorosa que existiu entre os dois. Desejo esse que ao que se sabe também Hugo gostaria que viesse a acontecer. Agora que o Jovem faleceu, a Esposa tem vindo a lutar pela concretização do sonho em comum, no entanto a divulgação dessa história por parte da TVI já fez com que o assunto fosse discutido sendo que o PS (Partido Socialista) já veio a público dar a conhecer que tem a intenção de levar à discussão da mudança da lei para que por fim a Jovem Ângela possa efetuar a tão desejada inseminação artificial em Território Português. É importante salientar o fato de que na semana passada a Jovem havia sido entrevistada pela Nova Gente.
      7. Quando foi questionada sobre o motivo de se encontrar mais magra, Alexandra Borges confessou que não se trata de alguma dieta que esteja a fazer mas antes sim: «Tenho uma doença autoimune e crises que me obrigam a tomar corticoides. (…) Como estou estável, é natural que pareça mais magra». 


quinta-feira, 20 de fevereiro de 2020

Programa «Fantástico» fala acerca da sua nova Personagem, Maria da Paz.



                                                    Vídeo da Entrevista do Programa «Fantástico»
                                                    a Juliana Paes. 

sábado, 8 de fevereiro de 2020

Conhecendo um pouco da Vida da DJ Rita Mendes!



                                                             
                                                         Rita Mendes De Apresentadora a DJ.

        
      A conhecida Apresentadora, Blogger e DJ Portuguesa deu esta Semana de 30 de Janeiro a 5 de Fevereiro uma Entrevista á conhecida Revista do Grupo de Comunicação Lisboeta Impala, Nova Gente, mais precisamente á Repórter Eunice Gaspar sendo que as Fotos que estão publicadas na Revista em questão são da autoria dos Fotógrafos José Manuel Marques e D.R, e no que toca á Produção e á Parte da Maquilhagem e Cabelos, essas áreas ficaram entregues por seu lado respetivamente aos Profissionais da Revista Zita Lopes (Produção) e Carla Oliveira (Maquilhagem e Cabelos), a Jovem de 43 anos deu a conhecer que não deixa em «Mãos Alheias» a sua Vida Pessoal e Profissional. Isto mesmo embora há pouco tempo atrás tenha sido Vitima de uma Gravidez que acabou por ser subitamente interrompida mostrando que mesmo assim continua com a mesma Garra, Sorriso e Vontade em realizar os seus Sonhos Pessoais.       
        
         Eunice Gaspar: Depois de um ano de 2019 bastante preenchido, que objetivos tem para 2020?
        Rita Mendes: Na área de coaching e desenvolvimento pessoal, onde já tenho várias formações e certificações, estou a começar o Eneagrama, uma técnica que se baseia em nove tipos de personalidade-base, muito relacionada com o meu projeto Wonder Up Woman, que tem como target mulheres que tal, como eu, têm dinâmicas familiares não tradicionais. Mulheres em fase de divórcio, com filhos com guarda separada, com novos companheiros que também têm filhos, monoparentais ou até que tenham passado por uma gravidez sozinhas. E, claro, também me quero a mim, aos meus filhos, ao meu propósito, à minha família e ao bem-estar de todos.

       Eunice Gaspar: Este vai ser o ano em que vai surgir o casamento com Gui de Campos?
       Rita Mendes:
Espero que sim. Estamos no caminho, mas ainda sem data certa. Estas mudanças de trabalho, e também o facto de eu ter tido uma gravidez não evolutiva há uns meses, atrasaram um pouco o processo e deixaram os planos do casamento em banho-maria. Se quero casar? Claro que sim! Queremos os dois, é um desejo mútuo e um objetivo comum.

       Eunice Gaspar: Que planos, ou metas, têm em comum, como casal?
       Rita Mendes:
Crescer, principalmente como pessoas, indivíduos e almas… Somos os dois muito ligados ao mundo da descoberta comportamental, espiritual, preocupados com o Mundo em que vivemos, com o ambiente, a alimentação…
       Temos também o projeto A Real Couple of Dj´s, no qual, como casal, passamos old school music-não nos esqueçamos que nos conhecemos como DJ, num espaço do Porto, há mais de 15 anos, e quisemos reviver estes momentos assim- e ainda algo que está a crescer, ligado á alimentação saudável, porque eu também sou coach na área da macrobiótica e ele um excelente chef vegan. Ainda a decoração de mesas e eventos, que é a área em que ele trabalha, e, claro, o desenvolvimento pessoal. Estamos a ver como tudo encaixa. Está tudo, passo a passo, a começar a encaixar-se…

      Eunice Gaspar: Como está a viver a experiência de dividir a sua vida novamente com alguém?
      Rita Mendes:
De forma natural. Com os desafios normais de quem tem filhos dos dois lados, com famílias agregadas, mas que se vão superando, com compreensão e amor.

      Eunice Gaspar: Os filhos estão a adaptar-se bem?
      Rita Mendes:
Sim. Os nossos filhos querem é sentir os pais felizes e, aqui entre nós, cada vez é mais habitual que os miúdos se adaptem mais rapidamente ás novas realidades, aparentemente «fora da caixa», do que os próprios adultos que rodeiam as pessoas com realidades diferentes.

    Eunice Gaspar: Em que fase estão os seus filhos?
    Rita Mendes:
O Afonso Luz tem nove anos e está no 4.o ano. Adora futebol e o Benfica e joga num clube ao lado de casa. Continua a ser um miúdo muito sensitivo e especial. É vegetariano, como nós, tem ótimo coração e é muito musical. Está a aprender a tocar guitarra. A Matilde Estrela tem sete anos e está no 2.o ano. É muito girlish, adora dança e maquilhagens e continua com aquela personalidade forte de quem sabe o que quer. É muito confrontadora, tendo, no entanto, também o reverso da medalha, pois é muito meiga e protetora para com aqueles de quem gosta.

      Eunice Gaspar: Ainda gostaria de ser mãe novamente?
      Rita Mendes:
Não é uma questão de gostar… É uma questão de aceitar as «sugestões» do Universo e acreditar que de um grande amor seria bonito e especial nascer um fruto. Mas essa é a parte prosaica da coisa e depois existe a vida real, a idade, os compromissos… A ver vamos, tudo está certo.

      Eunice Gaspar: Nos últimos tempos tem partilhado várias fotos da evolução da sua boa forma física. Que plano faz?
       Rita Mendes:
Não como carne e acredito muito nos benefícios da alimentação macrobiótica, mas precisei dar um boost  na minha forma física e definição corporal e, por isso, fiz o programa Define, da Pronokal. Em seis semanas, ajudou-me a perder quase cinco quilos, a perder massa gorda e a ganhar massa magra. Foi uma vitória e tanto. Amei o resultado!

       Eunice Gaspar: E que sacrifícios alimentares faz?
       Rita Mendes:
Não acredito em sacrifícios, acredito em equilíbrio. Trata-se de ter coerência e equilíbrio. Se hoje como mais, e alimentos mais calóricos, como açúcar, gordura ou mais processados, no dia seguinte compenso com mais verdes, proteínas ou hidratos de absorção lenta e mais saudável. Tem sido uma espécie de reeducação alimentar que tenho aprendido a fazer ao longo dos anos.

      Eunice Gaspar: A que não resiste?
      Rita Mendes:
Sou bastante petisqueira e, apesar de não comer outros laticínios, o queijo ainda é, para mim, irresistível e o que me faz pecar, de vez em quando. Então, se for acompanhado de um bom vinho… ui!

       Eunice Gaspar: Está a ser acompanhada por alguém? Algum ginásio ou clínica?
       Rita Mendes:
A Pronokal tem sido muito importante neste processo, porque, com eles, sei que, para além de emagrecer, estou a tratar da minha saúde. Com a aplicação e o PT (Personal Trainer) presencial da marca, tenho conseguido encontrar foco e ser persistente porque sei que, se for certinha, o plano funciona realmente.

       Eunice Gaspar: Esta decisão de eliminar de vez a barriguinha tem a ver com o facto de, durante algum tempo, ter tido uma baixa autoestima, sobre a qual até já falou?
       Rita Mendes:
Sim, a verdade é que qualquer mulher, nos dias que correm, e com a pressão que existe para ter um corpo perfeito e idílico, sente-se pressionada para consegui-lo. Ás vezes, as pessoas esquecem-se de trabalhar o seu interior para só se focarem no exterior, mas encontrar um meio-termo é um dos meus objetivos. E é verdade também que só nós próprios é que podemos avaliar a razão da nossa insatisfação. No meu caso, as questões hormonais foram uma das razões que tanto me fizeram sentir em baixo.

      Eunice Gaspar: Que impulso teve agora para decidir focar-se no seu corpo? Como foi a decisão e o inicio do processo?
      Rita Mendes:
O facto de eu ter 43 anos e de não ser tão fácil, como era antes, recuperar a forma ideal, depois de um aumento de peso. Eu faço exercício regularmente no Go Fit e caminhadas na praia e no bosque, perto da minha casa, e,  mesmo assim, não estava a conseguir atingir os meus objetivos. O Pronokal Define foi uma aposta mais focada e certeira.

      Eunice Gaspar: Fale-nos do Wonder Up Woman. Em que consiste?
      Rita Mendes:
É um projeto de desenvolvimento pessoal e (enea)coaching, através da qual ajudo mulheres que queiram (re)encontrar-se e relativizar, encontrar um propósito e apaziguar relacionamentos. Temos encontros mensais em várias cidades e espaços do País, onde a alimentação saudável e vegetariana impera e eu mesma entrego ferramentas de PNL, eneagrama, auto-coching e espiritualidade. Tem sido uma caminhada maravilhosa e sei que ainda agora está no início…

      Eunice Gaspar: Profissionalmente, tem algum desafio ou objetivos novos?
      Rita Mendes:
Focar-me no meu propósito de facilitadora de uma vida mais leve a tantas mulheres, que, como eu, a procuraram durante tanto tempo, através do Wonder Up, e voltar a reativar o Barriga Mendinha, com uma nova roupagem. Continuar a trabalhar na área da música e comunicação, tentando encontrar uma sintonia entre tudo. Ser boa mãe e boa mulher. Ser boa pessoa e uma boa condómina deste Mundo bonito e perfeito, que precisa de ajuda.

       P.S: Esta Entrevista á Apresentadora de Televisão e Blogger responsável pela manutenção do Site Barriga Mendinha, Rita Mendes est presente no Motor de Busca Sapo com o endereço eletrónico barrigamendinha.sapo.pt. Já quanto ao que diz respeito á Entrevista realizada pela Repórter da Revista Nova Gente Eunice Gaspar teve por seu lado lugar no Boutique Hotel Internacional Design Hotel situado na Rua da Betesga 3, 1100-422 Lisboa, junto ao Restaurante Dama e Vagabundo, na conhecida Praça do Rossio.

       


                                       
                                                             


                                                               

Conceição Queiróz revela que em Adolescente viveu uma Situação bastante difícil.

                                                      A Tristeza de sermos postos de lado                                                   ...