domingo, 12 de janeiro de 2020

Jovem Moçambicano falece após ter sido vitima de brutal Espancamento.



                                                   Até quando é que se vai ouvir falar em Atos Hediondos
                                                  como este?

        Os Jovens Representantes da Comunidade Cabo-Verdiana deram a conhecer este Sábado (
11 de Janeiro de 2020) perto da Embaixada Portuguesa situada na conhecida Cidade-Luz, Paris, a sua enorme Tristeza pelo sucedido para com o Jovem Cabo-Verdiano Luís Giovani, o Jovem que foi tristemente assassinado na Cidade Nortenha, Bragança, Capital do Distrito de Bragança ou seja a própria Cidade no passado dia 31 de Dezembro, tendo existido em sua Homenagem uma Alusão á sua triste Morte por parte de Três Jovens Rapazes.
        Foi com a Frase:
        «Estamos aqui para dizer que o Povo Cabo-Verdiano, em Portugal, em Cabo Verde e no Mundo Inteiro está ciente dos seus Direitos e Deveres e que achamos que a forma como foi tratado o Caso não foi natural e normal. Estamos Indignados. O Mínimo que se espera é que se faça Justiça», confessou Isabel Borges Voltine, uma das Intervenientes desta Manifestação, aquando da prestação de declarações á reconhecida Entidade Informática.
         Esta Reivindicação Social agrupou perto de mais de uma Centena de Indivíduos, os quais na sua grande maioria pertencem á Comunidade Cabo-Verdiana moradora na Cidade-Capital Francesa, Paris, e teve entre outros Gestos Comoventes não só uma Simbólica Representação da Morte do Estudante Cabo-Verdíano Luís Giovani recorrendo ao uso de Expressões Dramáticas bem como ao uso de inúmeras Palavras de Ordem.
        «Como Mãe, quando soube o que se passou, deu-me a Volta ao Estômago. Não podia ficar Silenciosa. Muitas vezes ficamos calados, compartilhamos nas Redes Sociais, mas não agimos. Portanto, eu decidi agir e pedir para que as Pessoas comparecessem para lutar contra esta Injustiça», enunciou Edna Rosa Semedo, outra das Responsáveis por este Protesto.
         A Iniciativa Primária destas Ativistas dos Direitos Humanos era que fosse efetuado o Caminho que separa a Embaixada de Portugal da Embaixada de Cabo Verde situadas em França, mais exatamente em Paris, só que tendo em conta o desacordo existente esta Manifestação e as normais Contestações de Sábado por causa do Projeto de Reforma das Pensões, infelizmente a Prefeitura de Paris não quis cumprir esse objetivo tendo então tomado a decisão de se ficarem pelo Protesto em frente á Embaixada de Portugal.          Neste Movimento de Revolta, os Manifestantes fizeram questão de dar a conhecer mais uma vez o que pensavam acerca dos Temas relacionados com a Injustiça e Consequente Atraso no Estudo deste Caso, só que a situação ligada quer ao Racismo quer á Negrofobia mais uma vez fez parte desta que é mais uma das constantes Manifestações relativas a este Caso.
          Tal como referido por Edna Rosa Semedo:
          «Não é o primeiro a morrer desta forma e isso continua. Não queremos uma Justiça com Dois Pesos e Duas Medidas(...) É preciso que as Pessoas se mobilizem para que este Tipo de Atos Negrofóbicos não aconteçam mais. Não falamos em Racismo, mas a Verdade é que são Jovens Negros que acabam sempre mortos», assinalou Edna Rosa Semedo.
          Este tipo de Emoção foi muito partilhado entre todas as Pessoas que fizeram questão de marcar presença no Protesto Anti-Violência Racial: «Não posso dizer (que foi um Crime de Racismo), não sei o que as Pessoas sentiram quando fizeram aquilo. Mas, normalmente, se fosse um Branco na Discoteca, acho que não fariam isso (…) E quando vivi em Portugal senti isso. Tive um Primo e Conhecidos que foram mortos pela Polícia e nunca tiveram Justiça», confessou Lenia Correia, oriunda de Cabo Verde e que veio ao Mundo em Portugal encontrando-se há cerca de Cinco anos em Solo Francês.
         Por sua vez, Lenia, que está bem a par do que se trata o Assunto e estando a par do Assassinato do Jovem Moçambicano fez questão de levar a esse Protesto os seus dois Filhos Pequenos para que estes «cresçam com força» tendo admitido que não pretende de forma alguma alimentar qualquer espécie de ódio entre os Povos Luso e Francófono revela-nos que na verdade a única coisa que deseja é: «Queremos Paz e Justiça, porque nada vai trazer a Vida de Giovani de volta».      
        Essa grande vontade de Paz tratou-se de um desejo comum entre todos os Participantes da Manifestação, sendo que grande parte dos Protestantes usavam Camisolas Brancas tendo a Cara de Luís Giovani bem como a Presença de Balões Brancos entre as Bandeiras Cabo-Verdianas.
        De igual modo, na Cidade de Londres (Grã-Bretanha) foi organizado um Protesto em nome do Jovem Cabo-Verdiano falecido na Cidade de Bragança.
       Também em Londres, mas mais exatamente junto ao Consulado de Portugal inúmeras Dezenas de Pessoas juntaram-se durante a parte da Tarde diante desse Organismo Oficial, empunhando não só Rosas como também Balões Brancos bem como Bandeiras Cabo-Verdianas.
        Alguns dos que foram ao Protesto levaram ainda Cartazes, onde se podia ler as Frases «Eu Sou Giovani» bem como «Queremos Justiça».      
        Esta Manifestação, que teve lugar durante algo como cerca de duas horas, embora estivesse frio, teve a leitura de inúmeros Discursos que foram nas Intervenções de Solidariedade efetuadas para com a Família e Amigos Íntimos do Jovem Cabo-Verdiano.
        O Jovem Marco Lopes, um dos Responsáveis pela Organização confessou á Agência que a Chamada de Atenção foi sendo efetuada tendo em conta o uso das mais variadas Redes Sociais, o que fez com que um elevado número de Pessoas tenha percorrido diversas Centenas de Quilómetros, vindo das mais variadas Cidades como é o caso de Birmingham, Manchester (Inglaterra), Petersborough ou até Ipschwich.
        Orações Noturnas efetuadas em nome do Estudante Cabo-Verdíano Luís Gíovani, que como se sabe, foi assassinado no dia 31 de Dezembro em Bragança, foram efetuadas ontem á tarde tendo o seu lugar na Zona Cabo-Verdiana de Praia, bem como nas seguintes Capitais Europeias: Londres (Inglaterra), Paris (França) bem como no Luxemburgo.
          

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